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Dieta Anti-Inflamatória: o que é e quais são os benefícios?

A dieta anti-inflamatória é uma opção mais natural e saudável de combater a inflamação do organismo de forma natural. Para se proteger contra infecções, doenças e feridas, nosso corpo reage causando a inflamação.

A produção de glóbulos brancos, que são as células do sistema imunológico, aumenta. Neste mesmo processo, também ocorre uma produção maior das moléculas envolvidas no desencadeamento das reações imunes nas inflamações. Com isso, ocorre uma verdadeira batalha interna contra as infecções. E o processo inflamatório é o resultado disso.

Quem se alimenta mal, vive estressado, fuma, consome bebidas alcoólicas com frequência ou está obesa costuma apresentar quadros de inflamação. Neste contexto, a alimentação pode ser vilã para contribuir com esses processos de inflamação. É aí que entra a dieta anti-inflamatória, que veremos a seguir.

O que é a dieta anti-inflamatória e seus benefícios

A dieta anti-inflamatória é uma estratégia alimentar com foco no combate natural dos processos inflamatórios. Para isso, é indicada a ingestão de alguns alimentos e a restrição de outros.

Frutas e verduras, por exemplo, possuem antioxidantes – substâncias superimportantes com ação anti-inflamatória. O mesmo é válido para as gorduras insaturadas. Por outro lado, alimentos processados ou industrializados, ricos em gorduras trans e açúcar, devem ser excluídos.

Quando a prioridade passa a ser o consumo de bons alimentos, há uma desintoxicação do organismo, melhorando o funcionamento do corpo, aliviando e prevenindo os sintomas de inflamação.

Alimentos para comer ou evitar dentro desta dieta

Na dieta anti-inflamatória, recomenda-se o consumo de:

  • Ácidos graxos monoinsaturados (ômega 9): abacate, azeitona, castanhas;
  • Alho e cebola: são bons em antioxidantes e anti-inflamatórios;
  • Chás de ervas: chá de alecrim, chá de erva doce, chá-verde, chá de gengibre;
  • Frutas (principalmente aquelas ricas em vitamina C): laranja, limão, kiwi, maçã, mamão, morango e uva;
  • Gengibre: contém vitaminas C, B6 (piridoxina);
  • Inhame: aumenta as defesas do organismo, pois tem vitamina do complexo B, vitamina C, magnésio, ferro, betacaroteno – com ação antioxidante e auxiliando na eliminação de toxinas do corpo como inflamações e micro-organismos;
  • Legumes e vegetais: gengibre, couve-flor, nabo, rabanete, repolho, cenoura;
  • Oleaginosas: amêndoas, castanhas, chia, nozes, linhaça, feijão, ervilha;
  • Óleos: azeite de oliva extra virgem;
  • Peixes: arenque, atum, cavalinha, salmão, sardinha;
  • Sementes e grãos integrais: amaranto, linhaça, gergelim, gérmen de trigo.

Por outro lado, deve-se evitar alimentos:

  • Açucarados: biscoitos recheados, chocolates, refrigerantes, doces;
  • De pacote/salgadinhos;
  • Com carne processada/embutidos: presunto, mortadela, bacon, linguiça, salsicha;
  • Ricos em carboidratos refinados: pão branco, arroz branco, farinha branca (e produtos derivados dela);
  • Ricos em gorduras trans e processadas: como margarina; óleos de soja, de milho;
  • Bebidas alcoólicas: em excesso
  • Com leites e derivados: creme de leite, queijos amarelos, manteiga em excesso.

Salvo raros casos de alergia, os alimentos indicados na dieta anti-inflamatória não têm nenhuma contraindicação. No entanto, ela deve ser pensada individualmente, como forma de proporcionar benefícios e evitar prejuízos à saúde. Por isso, o acompanhamento com profissionais é fundamental.

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