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Destoxificação, Saúde em geral

Sintomas de estresse e como eles afetam a nossa saúde

Os sintomas de estresse são inúmeros e podem surgir de diferentes direções, afetando a nossa saúde direta ou indiretamente.

Por isso, criamos este artigo para mostrar os sintomas mais comuns e dar algumas dicas que podem melhorar a sua qualidade de vida.

O que é estresse?

O estresse é uma reação do nosso organismo que tem diversas causas, que podem interferir no nosso dia a dia de muitas maneiras.

É um sintoma que modifica o nosso estado emocional e social, podendo causar desconfortos, preocupações, irritação, nervosismo e uma série de outros impactos.

Contudo, é de extrema importância dar atenção a esses sintomas, que envolvem reações em cadeia no corpo e na mente.

Tipos de estresse mais comuns

Há basicamente quatro tipos de estresse mais comuns: agudo, crônico, agudo episódico e psicológico.

Agudo

É o mais comum de todos, geralmente causado pelas pressões do dia a dia, como trabalho e tarefas domésticas, que aumentam a produção de adrenalina e geram mais energia.

Por isso, o estresse agudo pode até ser benéfico em casos de competições esportivas, mas em outros pode se tornar um problema.

Agudo episódico

Esse caso surge quando existe estresse agudo frequente, geralmente caracterizado por um comportamento pessimista, em que a pessoa dá mais ênfase nos aspectos negativos do cotidiano.

Nesse contexto, pode aparecer a ansiedade ao imaginar situações negativas que podem acontecer. Por isso, cada caso é muito individual, visto que os sintomas de estresse podem variar de frequência de uma pessoa a outra.

Crônico

Aqui o problema é voltado às dificuldades de se afastar de situações desconfortáveis e cansativas, geralmente envolvendo o ambiente familiar.

Situações antigas e repetitivas, sentimento de aprisionamento, relacionamentos infelizes e a pressão do trabalho são sintomas de estresse crônico comuns.

Psicológico

Nesses casos, os impactos são mais voltados à perda da capacidade de resposta a uma situação desconfortável.

Em situações de perigo ou de dificuldade, nosso organismo produz mais cortisol e adrenalina, hormônios responsáveis pelas respostas de sobrevivência.

Por isso, quanto mais as situações se tornam frequentes, mais difícil é para o corpo entender que atitude precisa ser tomada.

Estresse positivo e negativo

Um ponto muito importante que ainda causa alguns desentendimentos é que os sintomas de estresse não surgem apenas em situações negativas.

Portanto, pode ser negativo ou positivo. Diante disso, temos dois nomes distintos: eustresse e distresse, respectivamente bom e ruim.

O que muda de um para o outro é que, no eustresse, mesmo diante dos desafios a pessoa sente motivação para passar pelo período em questão.

Em contrapartida, o distresse aparece como uma ameaça ao equilíbrio emocional, com capacidade de desestabilizar o indivíduo.

Contudo, todos os sintomas de estresse possuem um ponto em comum: adaptação. Portanto, é necessário o autocuidado e, em alguns casos, buscar ajuda profissional.

Como o estresse afeta nosso corpo?

No Brasil, uma pesquisa em São Paulo e Porto Alegre revelou que 69% dos trabalhadores de áreas da indústria, saúde e finanças veem o trabalho como a maior fonte dos sintomas de estresse.

A pesquisa brasileira foi realizada pela Stress Management Association (ISMA-BR), que ainda revelou que 89% dos entrevistados sentem sintomas físicos como dores de cabeça e musculares.

Isso acontece muito por conta da ação dos hormônios, que em casos de excesso, podem agravar muito mais a situação.

Efeitos no organismo

Os sintomas de estresse podem afetar nosso organismo de muitas maneiras. Entre as mais comuns estão:

  • Os músculos recebem mais sangue, oxigênio e são contraídos, gerando tensões que podem levar a dores nas costas, pescoço e ombros;
  • Com mais bombeamento de sangue, os batimentos do coração são acelerados, assim como a pressão arterial, aumentando os riscos de um infarto;
  • O cérebro recebe maiores doses de substâncias químicas excitatórias, aumentando a sua atividade e, em casos de muito estresse, os riscos de aneurismas e AVC aumentam;
  • Há também aumento no nível de acidez do estômago, que pode gerar azia, gastrite e até mesmo o surgimento de úlceras.

Sintomas mais comuns do estresse

Nenhuma parte do corpo está imune aos sintomas de estresse.

Porém, alguns são mais comuns que outros, variando de acordo com a maneira de lidar com eles. Entre os mais conhecidos e que afetam principalmente a autoestima, estão:

  • Pele: o estresse é uma das causas da alergia nervosa, um tipo de dermatite que desencadeia inflamações pelo corpo. Além disso, podem aparecer também caspa e coceiras em diversas partes do corpo;
  • Acnes: estressadas, as pessoas tendem a tocar com mais frequência o rosto, espalhando bactérias mais facilmente. É muito comum a aparição delas devido ao trabalho e estudos, mas são favorecidas também pelas alterações hormonais;
  • Cabelos: outra substância liberada pelos sintomas de estresse é o estriol, que prejudica a absorção de nutrientes pelos fios, causando enfraquecimento e queda de cabelo.

Algumas dores

Além da tensão muscular, os sintomas de estresse aparecem também porque existe a liberação de hormônios que elevam a percepção de dor.

O cortisol e o adrenocorticotrófico são hormônios que reduzem a circulação do sangue e prejudicam a absorção de oxigênio e nutrientes nos tecidos.

O resultado geralmente é a fadiga, dores nas costas, insônia, ansiedade, pressão alta e aumento do risco de desenvolver depressão.

Dores de cabeça

Diversos estudos apontam que um dos sintomas de estresse é a dor de cabeça e pescoço.

Preocupações do dia a dia, projetos, trabalho e cuidados domésticos tendem a causar cansaço mental e físico.

Além disso, a tensão muscular e a insônia também contribuem para o agravamento das dores de cabeça.

Dores crônicas

O aumento dos níveis de estresse também podem resultar em dores crônicas, que podem estar associadas ao cortisol.

Existem, é claro, outros fatores que contribuem para essas dores, já que não há comprovações profundas a respeito de uma relação direta.

O que se observa é o aumento nos níveis de adrenalina e cortisol, que tendem a ser mais altos em pessoas estressadas.

Sistema imunológico

Os sintomas de estresse também são sentidos no sistema imunológico, que pode prejudicar a proteção do corpo diante de infecções.

Muitas pessoas se veem com dificuldade na recuperação de simples resfriados ou pequenas infecções, que são favorecidas com altos níveis de estresse.

Sistema digestivo

Além da imunidade, alguns sintomas de estresse comuns também envolvem os problemas digestivos, como prisão de ventre e diarreia.

É possível, ainda, agravar a situação de pacientes com distúrbios digestivos como a doença inflamatória intestinal e a síndrome do intestino irritável.

Com isso, podem aparecer dores no estômago e o inchaço na barriga, que também podem ser favorecidos por outros fatores, como a desidratação.

Alterações no apetite

Outro problema comum é a mudança no apetite, que pode tanto caminhar para a falta dele quanto para o excesso.

Um hormônio gástrico afetado é a grelina, que é responsável pelo aumento do apetite e aumenta conforme os níveis de estresse, além do cortisol, que aumenta a gordura abdominal.

Outros sintomas

Além desses, alguns outros são os batimentos cardíacos acelerados, que aumentam de acordo com situações estressantes.

Com o decorrer do tempo e da frequência, também pode aparecer o bruxismo, conhecido pela pressão e atrito involuntário dos dentes.

Também podem ocorrer alterações hormonais que afetam a libido e prejudicam a atividade sexual.

Por fim, outro dos sintomas de estresse muito comum é a sudorese, que também pode ser causada pela ansiedade e calor, mas são muito favorecidas por situações desconfortáveis e estressantes.

Fases do estresse

Diante de todo o cenário envolvido, a evolução dos sintomas de estresse acontece basicamente em três fases.

Alerta

Essa fase é caracterizada pelo momento inicial da pessoa com a causa do estresse. Ou seja, pode ser o trabalho, as relações ou outros aspectos que já destacamos.

Os sintomas de estresse nesse período podem envolver a boca seca, tensão e dor muscular, bruxismo, insônia, batimentos cardíacos acelerados e outros.

Resistência

Esse período é o momento em que o organismo tenta eliminar o problema ou se adaptar à nova situação.

Mal-estar generalizado, desgaste físico, mudanças no apetite, tontura, irritação e falta de libido são alguns sintomas bem comuns dessa fase.

Exaustão

Aqui a história é mais complicada, pois podem surgir inúmeros impactos físicos, que podem gerar enfermidades.

Os sintomas dessa fase geralmente são caracterizados por insônia, diarreia e tontura frequentes, hipertensão arterial, angústia, úlceras e perda de humor.

Causas mais comuns de estresse

Como destacamos, as causas exatas não são totalmente esclarecidas, mas existem muitas relações que indicam as mais comuns.

Esses fatores estressantes podem ser tanto internos quanto externos. Ou seja, emocional e comportamental (internos) ou mudanças que exigem adaptação, como novo emprego e moradia, doenças e morte (externos).

É muito comum apresentar sintomas de estresse em momentos importantes, que podem tanto nos motivar quanto prejudicar.

Além disso, alguns medicamentos também podem piorar os quadros, como:

  • Remédios para tireoide;
  • Medicamentos para gripes e resfriados;
  • Drogas como o álcool e tabaco;
  • Produtos com cafeína;
  • Medicamentos inalados, como os utilizados no tratamento de asma.

Outro ponto é que alguns problemas também contribuem para isso, como a presença de síndrome do pânico e os transtornos de obsessão e compulsão (TOC) e por estresse pós-traumático (TEPT).

Como aliviar o estresse?

Com todas essas informações, alguns cuidados podem diminuir consideravelmente os sintomas de estresse.

O primeiro deles é entender que todo mundo, em algum momento da vida, sofre desse problema, que é uma reação normal do organismo.

Contudo, é preciso focar em administrar os fatores estressantes e aumentar a nossa resistência a eles a partir de novos olhares e comportamentos.

Invista em uma alimentação balanceada e atividades físicas

Mantenha hábitos alimentares e atividades físicas de maneira equilibrada, pois esses fatores estão diretamente associados à qualidade de vida.

A prática de exercícios é capaz de diminuir os níveis de cortisol, assim como auxilia na liberação de endorfina na corrente sanguínea, promovendo o bem-estar.

Tenha um descanso adequado

Invista no tempo de descanso adequado, principalmente ao dormir, momento em que diversas funções biológicas estão a todo vapor.

Mas além disso, os momentos de lazer e relaxamento são importantes para se desligar das preocupações. Controle também os excessos com café e drogas.

E quando não dá pra eliminar os fatores estressantes?

Nesses casos, o melhor é buscar a adaptação mais adequada a cada situação, que pode ser beneficiada por práticas de meditação e o auxílio da acupuntura, por exemplo.

Além disso, é preciso equilibrar o nosso emocional, sendo necessário muitas vezes procurar um acompanhamento psicológico ou psiquiátrico, em casos mais graves.

Dica importante

Diariamente somos bombardeados por agentes tóxicos, sejam eles presentes em uma alimentação desequilibrada ou nos ambientes em que circulamos.

Com isso, nem sempre o corpo consegue eliminar essas substâncias, sendo a destoxificação uma ótima aliada no tratamento dos sintomas de estresse.

Naturalmente, esse processo elimina esses agentes prejudiciais e melhora o sistema imunológico, além de nas primeiras sessões já serem sentidos impactos na disposição dos pacientes.

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